
Diferentemente da nova e revolucionária lâmpada de led, a velha lâmpada incandescente já não é mais muito bem vista na sociedade.
Apesar de seu baixo preço, a fragilidade, o elevado gasto energético e as dificuldades de lidar com o resíduo após o término da vida útil, contribuem para esse pensamento.
A alternativa imediata, a lâmpada fluorescente, apresenta vantagens (redução do consumo energético e maior durabilidade), mas, por conter mercúrio e chumbo, altamente nocivo a saúde de pessoas, representa um perigo ambiental, além de risco à saúde.
A lâmpada de LED já está no mercado como solução para este perigo ambiental e para a economia de luz (eficiência energética).
A Lâmpada de LED e Sua Eficiência
Ela se parece, externamente, com uma lâmpada incandescente comum, mas basta retirar a proteção para verificar que se trata de um mecanismo bem mais sofisticado – ele resfria a lâmpada para evitar gasto desnecessário de energia.
Enquanto uma lâmpada incandescente de 60 watts desperdiça 80% da energia que utiliza para fornecer uma luz fraca e com o custo de aproximadamente R$ 25 ao ano, uma lâmpada de led com 9 watts (similar a uma fluorescente de 60W), tem a vida útil de 15 anos (uso de cinco horas por dia), ilumina quase duas vezes mais e custa cerca de R$ 4,70 ao ano.
Além da economia e da potência, a vantagem é a possibilidade de reciclar ou reaproveitar os materiais que compõem a lâmpada LED assim que a vida útil tiver fim. “Os componentes não serão necessariamente realocados em outras lâmpadas, mas podem ser canalizados para outros produtos do ciclo industrial”, afirma William McDonough, americano e um dos desenvolvedores da lâmpada LED.
Muito importante: A lâmpada LED não contém mercúrio e chumbo em sua composição.
A Lâmpada de LED No Mercado Brasileiro
Apesar de serem ainda encontradas no mercado, as lâmpadas fluorescentes saem cada vez mais das prateleiras de vendas. Desde o dia 17/07/17, os atacadistas e grandes varejistas só podem vender lâmpadas de LED, certificadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), que estipulou limites mínimos referentes à vida útil, eficiência e segurança dos modelos.
O tipo de lâmpada também determina o prazo mínimo para a vida útil do LED, que varia de 15 mil a 25 mil horas.
Com a popularização do LED, muitas lâmpadas chinesas que, na prática, não apresentavam a eficiência que indicavam na embalagem, entraram no mercado brasileiro.
Essas informações, assim como a referente à tensão, potência e fluxo luminoso da lâmpada, deverão constar na embalagem dos produtos, de acordo com os critérios definidos pelo Inmetro.
O ideal é o consumidor buscar sempre pelas lâmpadas de led com o selo de certificação.
E você? Já começou a substituir suas lâmpadas por lâmpadas de led? Comente aqui embaixo!